terça-feira, 4 de junho de 2013

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Na cama com S.

Eu e a S. passámos a tarde de ontem na cama. Fazer amor com a S. é uma coisa em que nunca se sabe o que vai acontecer. Desta vez estivemos a conversar quase todo o tempo, o que é estranho.
Conversar enquanto se faz amor presta-se a fingirmos que não está a acontecer nada. Tentamos concentrar-nos na conversa, agindo com a maior das naturalidades. Mas de repente há momentos em que o prazer ou a excitação sexual se sobrepõem ao raciocínio e uma pessoa simplesmente cala-se por ter perdido completamente a noção do que estava a dizer. Este súbito silêncio, muitas vezes é acompanhado dum revirar de olhos ou um profundo suspiro.
É um tipo de sexo em que há um certo jogo psicológico, expresso numa tensão constante e na tentativa de fazer desconcentar o outro.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Gajas intelectuais que façam anal é que é

A S. tem duas licenciaturas e um mestrado. Mas mais importante ainda: tem um bom par de mamas e faz sexo anal.
Pois é, eu sempre gostei de gajas intelectuais.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Nenhuma esperança, nenhum sinal.

Hoje almocei no C.C. Vasco da Gama e, como habitualmente, nenhuma gaja me lançou sequer um olhar de relance. Sou feio, porém duma forma tão banal que não chega a ser o suficiente para ao menos despertar a curiosidade ou a repulsa. Que porra.

Nunca hei-de conseguir comer a Ana Drago

Hoje almocei no Erva Doce, ali para os lados da Assembleia da República. Na mesa ao lado, Ana Drago conversava animadamente com 3 indivíduos.
Se a conversa fosse comigo, começaria por lhe falar de cabelos, vernizes para unhas, depilação a quente e a frio. Depois, de signos astrológicos; a seguir de sentimentos e desejos; finalmente, já derretida, tentaria convencê-la a tornar-me no mais feliz dos homens.
Mas Ana e os seus acompanhantes mantinham no restaurante, não obstante tratar-se da portuguesa mais bonita do universo, uma conversa exclusivamente de teor político.
Subitamente fiquei com o coração destroçado ao perceber que, pela conversa nunca hei-de comer a Ana Drago.